Nelumbo nucifera 'White Plenum' - Lótus Branca Plena , Flor de Lótus Branca Dobrada, Lótus Sagrado, Lótus-da-Índia

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Nome científico: Nelumbo nucifera ‘White Plenum’
Nome popular: Lótus Branca Plena , Flor de Lótus Branca Dobrada, Lótus Sagrado, Lótus-da-Índia
Família: Nelumbonaceae
Origem: Ásia e Oceania
Ciclo de vida: Perene

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Descrição

A flor de lótus também representa a pureza, pois resplandece imaculada e frondosa de águas turvas e lodosas.

Pode ser cultivada em lagos, tanques, espelhos d’água, vasos, aquários, prefere cursos de água lentos, vivendo a pouca profundidade.

O lótus se fecha ao anoitecer e submerge. Ao amanhecer emerge e floresce novamente. A flor se converteu no símbolo natural do sol e da criação… (trecho de artigo escrito por Arnaldo Poesia).

No livro dos mortos é mencionado com uma citação: transforma a ti mesmo num lótus e terás a promessa da ressurreição.

Há muito tempo cientistas botânicos tentam desvendar diversos mistérios em torno da flor de lótus, como a capacidade de manter sua temperatura em 35ºc; compreensível apenas em organismos complexos (como ocorre com os mamíferos); outra curiosidade é o fato de suas folhas serem auto limpantes, isto é, tem a propriedade de repelir microrganismos e poeiras.

Entretanto, apesar da diversidade de utilização da espécie, especialmente na esfera medicinal, das curiosidades que suscita, e das lendas que inspirou, é unânime o cultivo apenas por sua rara beleza.

No Egito Antigo existiam duas espécies nativas de lótus: o lótus branco (Nymphaea lotus) e a espécie azul (Nymphaea caerulea). A terceira espécie, o lótus rosa (Nelumbo nucifea) veio da Pérsia e cultivada no Egito durante o último período. Estas três espécies aparecem retratadas na arte egípcia. O lótus rosado apareceu especificamente na arte helenística enquanto que o lótus azul, considerado sagrado pelos egípcios, é o que aparece nos hieróglifos.

O lótus ou nenúfar era sagrado para os deuses solares, pois ao nascer, esta planta se volta para o leste como se tivesse prestando honras ao sol nascente. Na arte era utilizado como símbolo do Baixo-Egito e era retratado com suas folhas entrelaçadas com papiros (símbolo do Alto-Egito) simbolizando a unificação de ambas as terras.

O lótus se fecha ao anoitecer e submerge na água. Ao amanhecer emerge e floresce novamente. A flor se converteu no símbolo natural do sol e da criação. Em Nerópolis acreditava-se que existia um lótus gigantesco que emergia das “águas primordiais de Num” do qual logo aparecia no meio de suas folhas, o deus solar.

Como um símbolo que evoca o “renascimento” era associado a lenda da morte e ressurreição de Osíris. Os quatro filhos de Hórus aparecem sobre o lótus e de frente para Osíris. No Livro dos Mortos o lótus é mencionado com uma citação: “Transforma a ti mesmo num lótus e terás a promessa de ressurreição”
(Arnaldo Poesia)

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