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  SOBRE NUTRIÇÃO, CALAGEM E ADUBAÇÃO EM FRUTÍFERAS PARA ALTA PRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

Comparativamente a outras regiões do mundo, o Brasil apresenta características de solo, clima, disponibilidade de água e diversidade de espécies frutíferas que dotam o País de condições privilegiadas para tornar-se um pólo produtor e exportador de frutas de grande potencialidade.

Desde há muito tempo, porém, há carência de informações sobre aspectos ligados ao manejo da fertilidade do solo, de insumos e da exigência nutricional das plantas frutíferas, impedindo que o Brasil se destaque nessa área do Agronegócio.
O conhecimento e o manejo adequado desses fatores da produção agrícola, especialmente no caso da fruticultura, são fundamentais, visto a influência que estes exercem sobre aspectos ligados à qualidade do fruto.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de frutas tropicais e subtropicais. Apesar dessa situação de destaque, sua produtividade é baixa e as exportações pequenas, quando comparadas à de países nos quais a atividade tem tradição. Dentre os vários fatores que contribuem para esse quadro pode-se salientar o mau uso das técnicas de manejo do solo, da planta e do ambiente.

O aspecto nutricional é particularmente importante para os frutos, visto a influência que os elementos minerais exercem sobre sua qualidade, requisito imprescindível à exportação. O consumo de frutas in natura e de seus sucos naturais é uma tendência mundial que pode ser aproveitada como incentivo para uma produção com qualidade.

O uso de fertilizantes é uma das práticas de maior efeito sobre a produção das frutíferas, porém, quando o solo apresenta condições adversas como reação ácida, a eficiência de aproveitamento é baixa e parte do investimento em adubação não tem o retorno esperado.

O uso de corretivos e adubos nas culturas deve permitir uma boa nutrição das plantas, manter, ou mesmo melhorar, a fertilidade natural do solo e ser uma prática economicamente rentável.

A aplicação de fertilizantes em plantas frutíferas é quase uma imposição à produção, seja pela pobreza natural dos solos tropicais, seja pelas grandes quantidades de elementos que são imobilizados pela parte vegetativa ou exportados a cada safra.

Atualmente, um dos principais objetivos da pesquisa agronômica é conciliar os interesses da produtividade sem agredir o ambiente. Assim, doses, épocas e modos de aplicação dos corretivos e adubos devem ser melhor estudados, tomando por base vários aspectos como a fertilidade do solo, as reais necessidades da planta e a cinética de absorção dos elementos (Tagliavini et al., 1996).


CONSIDERAÇÕES E PERSPECTIVAS DA FRUTICULTURA

O Brasil apresenta imensas áreas em condições edafoclimáticas favoráveis ao desenvolvimento da fruticultura, sendo esse aspecto importante não apenas pelo valor nutritivo das frutas, mas também pela perspectiva que representa no incremento da produção agrícola, na ampliação da atividade industrial e no potencial de exportação. Além disso, o cultivo de espécies perenes, como são a maioria das plantas frutíferas, permite a ocupação de solos considerados inadequados à atividade agrícola convencional, contribuindo assim, com um sistema mais conservacionista.

A base agrícola da cadeia produtiva de frutas no Brasil abrange 2,2 milhões de hectares, gera 4 milhões de empregos diretos e um PIB de US$11 bilhões. Além disso, para cada 10 mil dólares investidos em fruticultura, geram-se três empregos diretos permanentes e dois empregos indiretos (Fernandes, 1998).

O papel social da atividade frutícula é indiscutível, utilizando, via de regra, quatro empregados a mais por hectare que as culturas tradicionais, contribuindo assim para fixar o homem no campo e diminuir o êxodo rural. Mesmo ocupando áreas relativamente pequenas, os pomares geram vinte vezes mais produto por hectare que o cultivo de cereais, proporcionando ganhos compensadores aos agricultores.

O Brasil figura entre os maiores produtores de frutas do mundo, atrás da China e seguido de muito perto pela Índia e Estados Unidos. De acordo com a FAO (2003), a produção brasileira de frutas de 1995 a 2002 oscilou entre 32 e 38 milhões de toneladas anuais, alcançando 34,5 milhões de toneladas em 2002. Não obstante a impressionante quantidade produzida, a participação brasileira no mercado mundial de frutas frescas é insignificante, não passando de 1% do total comercializado.

As exportações brasileiras de produtos hortifrutícolas dependem basicamente do suco de laranja concentrado e totalizam algo em torno de 1,2 bilhão de dólares por ano (FAO, 2000). Entretanto, esse segmento do comércio internacional movimenta um valor cerca de 50 vezes maior e vem apresentando crescimento anual médio de US$ 1 bilhão. Segundo VILAS (2002), o incremento na demanda mundial de frutas se deve a uma série de fatores, tais como: a associação do consumo de frutas com a redução de várias enfermidades; a crescente conscientização pela preservação da saúde; o aumento na expectativa de vida do homem, elevando o número de consumidores idosos; a tendência crescente de consumo de alimentos com baixos níveis calóricos e ricos em fibras, vitaminas e sais minerais; a realização de campanhas recomendando o consumo de frutas, por parte da comunidade médica.

Com relação à produtividade das plantas frutíferas no Brasil, os dados estatísticos são muito escassos, permitindo admitir, entretanto, valores bastante baixos no País, quando comparados à países tradicionalmente produtores de frutas. De acordo com a FAO (2003), a produtividade média dos pomares está em torno de 15,7 t ha-1.
A alta porcentagem de participação do Brasil em termos de produção, em relação ao mundo, em culturas como citrus, por exemplo, é resultado das extensas áreas de plantio. A pequena produtividade tem muitas causas, dentre as quais a ausência de estudos sobre nutrição, calagem e adubação em nossas condições, o que certamente contribui em grande parte para essa situação.



NUTRIÇÃO MINERAL

A produtividade e a qualidade dos frutos de um pomar resultam da interação de vários fatores, destacando-se o potencial genético e o ambiente (manejo do solo, dos nutrientes e balanço de água).

A máxima produção e a qualidade ótima do fruto são alcançadas quando o status nutricional da planta é ideal. Sob muitas situações agrícolas essa condição é satisfeita pelo suprimento anual de fertilizantes e da correção da acidez do solo.

O aspecto nutricional é particularmente importante para os frutos, visto a influência que os elementos minerais exercem sobre sua qualidade. As plantas frutíferas são altamente responsivas à adição de fertilizantes. Em muitos casos a adubação e, conseqüentemente o estado nutricional das culturas, pode afetar não apenas a produtividade, mas o tamanho e o peso do fruto, a cor, a aparência, o sabor, o aroma, a conservação pós-colheita, a resistência a pragas e doenças, entre outros.

A adequada nutrição mineral representa, para as frutíferas em geral, um dos aspectos mais importantes para alcançar o sucesso nessa atividade. De um lado, as exigências nutricionais são relativamente elevadas e, de outro, há uma pobreza crônica dos solos tropicais em elementos essenciais onde os pomares estão instalados, o que torna imperativa a aplicação da quase totalidade dos nutrientes necessários ao pleno desenvolvimento das plantas. Desse modo, fatores ligados à planta e ao solo conduzem à utilização de quantidades elevadas de corretivos e fertilizantes nos pomares, o que pressupõe competência técnica que compense economicamente seu uso.

A agricultura baseada em altas produtividades exige elevadas aplicações de insumos, a fim de suprir a demanda nutricional das plantas e compensar a pobreza dos solos. Entretanto, um ambiente adverso para as raízes, pode comprometer o aproveitamento dos elementos aplicados. Assim, freqüentemente, as respostas à adubação são inibidas devido à reação ácida dos solos.

As plantas frutíferas, assim como todas as perenes, permanecem longos períodos explorando praticamente o mesmo volume de solo, razão pela qual o ambiente radicular, em especial com respeito à acidez, característica comum nos solos tropicais, merece a máxima atenção. A prática da calagem aumenta a eficiência no aproveitamento dos nutrientes e tem como conseqüência o uso racional de fertilizantes, melhorando a relação benefício/custo através do incremento da produtividade.

Aplicações excessivas de fertilizantes, quando as necessidades são baixas ou quando as condições locais são desfavoráveis, podem provocar desequilíbrios nutricionais, poluir o ambiente e tornar a prática antieconômica. Conciliar todos esses aspectos à produtividades compensadoras é um dos principais objetivos da pesquisa agronômica na atualidade.

A adubação de árvores frutíferas deve considerar, ainda, a dificuldade em se aliar a produtividade à qualidade do produto colhido, visto que o aspecto nutricional pode afetar características importantes do fruto como cor, sabor, tamanho, dentre outras (Malavolta, 1994).

A aplicação de fertilizantes em árvores frutíferas adultas deve considerar a quantidade de nutrientes necessários anualmente para o desenvolvimento vegetativo e o exportado pelas colheitas, além daquele perdido para o ambiente (fixação, lixiviação, volatilização e, etc.).

Assim, a aplicação do fertilizante deve levar em consideração a dinâmica de absorção do nutriente pela planta, evitando-se disponibilidade excessiva no solo, o que geralmente causa desequilíbrios na absorção de outros elementos. Esse objetivo pode ser atingido, dependendo do nutriente, parcelando-se as doses anuais de adubo que, para frutíferas, são normalmente altas.

Por outro lado, apenas uma parte dos nutrientes necessários anualmente ao metabolismo das árvores frutíferas vem do que está disponível no solo. Outra parte considerável dos elementos essenciais é remobilizada do que foi estocado anteriormente, sendo o processo denominado ciclagem interna. Esse é, pois, um dos difíceis aspectos de se estudar a nutrição em plantas perenes, visto que a circulação interna pode mascarar os resultados obtidos com a aplicação de adubos. Embora esse fenômeno ocorra com todos os nutrientes móveis no floema (Marschner, 1995), pode ser mais importante quando há escassez natural do elemento no solo.
O balanço de nutrientes minerais afeta tanto a qualidade do fruto como sua possibilidade de armazenamento pós-colheita. Os efeitos na qualidade do fruto são devidos à quantidade e equilíbrio de nutrientes no mesmo, tendo ainda um efeito indireto sobre o crescimento vegetativo do ano seguinte (Crisosto et al., 1994).

RESULTADOS DE ENSAIOS COM PLANTAS FRUTÍFERAS

Natale et al. (1994 a) realizaram um experimento de campo a fim de estudar os efeitos da adubação nitrogenada sobre o estado nutricional e a produção de frutos de goiabeiras (cv. Rica), durante três anos, em Jaboticabal - SP. Os tratamentos constituíram-se, no primeiro ano, das seguintes doses de nitrogênio: 0, 30, 60, 120, 180 e 240 gramas de N/planta. No segundo e no terceiro ano do ensaio foram utilizados o dobro e o triplo das doses iniciais de N, respectivamente. Os resultaram evidenciaram aumentos da produção de frutos em função das doses de nitrogênio aplicadas. Durante os três anos de ensaio a obtenção de 90% da máxima produção esteve associada à teores foliares de N entre 2,35 e 2,55%, nas folhas coletadas à época de pleno florescimento da cultura. Da mesma forma, 90% da produção máxima de frutos esteve associada às doses de 184, 262 e 422 g de N/planta no primeiro, segundo e terceiro ano de experimentação, respectivamente.

Com o objetivo de estudar os efeitos da adubação potássica na cultura da goiabeira, Natale et al. (1996 a) conduziram um ensaio de campo durante três anos consecutivos, a partir de 1989, utilizando-se de plantas da cultivar Rica com um ano de idade, instaladas num Podzolico Vermelho-Amarelo da região de Jaboticabal - SP. Os tratamentos constituíram-se, no primeiro ano, das seguintes doses de potássio: 0, 30, 60, 120, 180 e 240 gramas de K2O/planta. No segundo e no terceiro ano do ensaio foram utilizados o dobro e o triplo das doses iniciais de K2O, respectivamente. Os resultados mostraram respostas positivas da produção com o aumento da dose de potássio empregada, no terceiro ano de ensaio. Considerando o intervalo de fertilizante aplicado, 90% da produção máxima observada esteve associada à dose de 635 gramas de K2O por planta e a um teor foliar de 19 g de K kg-1.

Natale et al. (1994 b) estudaram a influência da época de amostragem na composição química das folhas de goiabeira cv. Rica, em um ensaio de campo, conduzido durante três anos, empregando doses crescentes de nitrogênio. Coletaram-se folhas no estádio de pleno florescimento e no início de frutificação. A análise química, realizada à época do florescimento da goiabeira, revelou valores mais elevados de N que no início da frutificação. A amostragem de folhas realizada quando do florescimento mostrou-se, também, mais adequada que no início da frutificação, com boas correlações com o adubo adicionado, com a produção de frutos e com a razão N/K nas folhas.



A extração de nutrientes por frutos de goiabeira das cultivares Rica e Paluma foi estudada por Natale et al. (1994 c). Para tanto, frutos foram secos, pesados, moídos e analisados quanto ao teor de nutrientes. Os resultados mostraram que o potássio é o nutriente mais extraído pelos frutos, seguido de N, P, S, Mg e Ca. Os micronutrientes, por sua vez, são extraídos na seguinte ordem decrescente: B, Cu, Zn, Fe e Mn.

Com o objetivo de estudar os efeitos da adubação nitrogenada, fosfatada e potássica sobre o teor de sólidos solúveis totais de frutos de goiabeira, foram realizados seis ensaios de campo, utilizando-se plantas das cultivares Rica e Paluma, em duas regiões produtoras do estado de São Paulo, durante três anos. Os resultados mostraram que o grau Brix dos frutos não foi significativamente afetado pelas doses de N, P ou K, durante todo o ensaio. Os frutos da cv. Rica apresentaram valores de sólidos solúveis totais entre 8,0 e 10,8, enquanto a cv. Paluma apresentou valores entre 8,4 e 9,7 (Natale et al., 1995 a).

Os efeitos da adubação nitrogenada na cultura da goiabeira foram avaliados por Natale et al. (1995 b), que conduziram um ensaio de campo durante três anos, utilizando-se de plantas da cultivar Paluma com um ano de idade, instaladas num Latossolo Vermelho-Amarelo da região de São Carlos - SP. Os tratamentos constituíram-se, no primeiro ano, das seguintes doses de nitrogênio: 0, 30, 60, 120, 180, 240 e 300 gramas de N/planta. No segundo e no terceiro ano do ensaio foram utilizados o dobro e o triplo das doses iniciais de N, respectivamente. Os resultados mostraram respostas positivas da produção apenas no terceiro ano do ensaio, com aumento linear desta em função da dose de nitrogênio utilizada. Considerando o intervalo de fertilizante aplicado, 90% da produção máxima observada esteve associada à dose de 627 gramas de N por planta e ao teor de nitrogênio nas folhas de 22 g kg-1.

Natale et al. (1996 b) acompanharam os efeitos da adubação potássica na cultura da goiabeira, realizando um ensaio de campo durante três anos consecutivos, a partir de 1989, utilizando-se de plantas da cultivar Paluma com um ano de idade, instaladas num Latossolo Vermelho-Amarelo em São Carlos - SP. Os tratamentos constituíram-se, no primeiro ano, das seguintes doses de potássio: 0, 30, 60, 120, 180, 240 e 300 g de K2O por planta. No segundo e no terceiro ano do ensaio foram utilizadas o dobro e o triplo das doses iniciais de K2O, respectivamente. A produção de frutos aumentou com o incremento das doses de potássio no terceiro ano de ensaio e 90% da produção máxima estimada esteve associada a um teor foliar de 16 g de K kg-1 e a um teor de potássio extraído por resina trocadora de cátions de 0,75 mmolcdm-3 que, neste latossolo, correspondeu a uma aplicação de 290 g K2O por planta.

Para estudar a relação entre as doses mais econômicas de nitrogênio e a produção de frutos na cultura da goiabeira cv. Rica, analisou-se os resultados de um ensaio de campo, conduzido em solo Podzolico Vermelho-Amarelo, no município de Jaboticabal - SP, durante três anos consecutivos. O delineamento experimental adotado foi em blocos casualizados com seis tratamentos (doses crescentes de nitrogênio) e quatro repetições (4 plantas, no espaçamento 7 x 5m). Os fertilizantes foram aplicados parceladamente em quatro vezes, a partir do início do período chuvoso, ao redor das plantas. Os resultados mostraram respostas positivas da produção de frutos com o incremento das doses de nitrogênio nos três anos. No primeiro ano a resposta ao N foi linear. As doses mais econômicas foram 131 e 199 kg de N/ha, respectivamente, no segundo e no terceiro ano de ensaio. Essas doses estiveram muito próximas dos máximos de adubo utilizados no experimento (Natale et al., 1996 c).

Considerando a diversidade de fórmulas comercias e com base nos resultados da análise de solo (e folhas), Natale et al. (1996 d) elaboraram um software para recomendação de calagem e adubação de pomares de goiabeira. O programa condensou resultados de pesquisas e observações de campo realizadas de 1989-1996 com a cultura da goiabeira, associando-os à informática. A expansão da área de plantio dessa frutífera, especialmente de cultivares propagadas vegetativamente e de alta produtividade como a Rica e a Paluma, justificaram a iniciativa (Natale, 1993). O objetivo foi facilitar as recomendações de insumos e, ao mesmo tempo, minimizar os problemas de interpretação das análises químicas de solo (tão freqüentes), que induzem ao uso de fórmulas inadequadas ou não balanceadas em termos de exigências nutricionais das plantas. Assim, de posse do software e utilizando as informações locais da cultura, juntamente com os resultados da análise de solo (e folhas) pode-se, de modo simples e rápido, estabelecer um programa adequado de correção da acidez e adubação para essa frutífera.

Com o objetivo de estudar os efeitos da adubação fosfatada na cultura da goiabeira, Natale et al. (2001 b) conduziram um ensaio de campo, durante três anos agrícolas consecutivos, utilizando-se de plantas da cultivar Paluma com um ano de idade, instaladas num Latossolo Vermelho-Amarelo da região de São Carlos - SP. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados com sete tratamentos (0, 30, 60, 120, 180, 240 e 300 g de P2O5 por planta) e quatro repetições. No segundo e no terceiro ano de ensaio empregou-se o dobro das doses iniciais de P2O5. Realizaram-se amostragens de solo (final da safra), de folhas (florescimento da cultura) e avaliação da produção. Observaram-se, através dos resultados, maiores concentrações de P no solo das parcelas que receberam as mais altas doses de fertilizante. Não houve, porém, efeito da adubação sobre o teor foliar do elemento ou sobre a produção de frutos.

As plantas perenes, especialmente na fase de produção, são pouco responsivas à aplicação de fósforo. Isso é também verdadeiro para as fruteiras, mesmo as cultivadas nas regiões tropicais, sabidamente pobres em P e com alta capacidade de fixação do elemento adicionado através da adubação. No caso da goiabeira, esse fato foi constatado por Natale (1999) e Natale et al. (2001 b) após três anos de experimentação com fósforo. Considerando, porém, que o P é absorvido pelas folhas da goiabeira, sendo rapidamente redistribuído na planta devido a sua mobilidade no floema, a aplicação foliar do nutriente pode ser viável, devido as constantes pulverizações fitossanitárias realizadas nos pomares dessa fruteira. Assim, foi realizado um ensaio, com três anos de duração, em um pomar adulto de goiabeiras cv. Paluma, utilizando doses crescentes de MAP, conjugado ao tratamento fitossanitário. Os resultados indicaram alterações do conteúdo de fósforo no solo e nas folhas da goiabeira, não refletindo, porém, na produção de frutos (Natale et al. (2001 c). Apesar disso, os autores constataram que os teores foliares foram mantidos em níveis considerados adequados e que a técnica pode ser viável, pois não acarreta custos adicionais e reduz a quantidade de P aplicado à cultura.



Considerando o reconhecido pequeno efeito da aplicação de fósforo em plantas perenes na fase adulta, Natale et al. (1999) pesquisaram se a aplicação de P via foliar, juntamente com o tratamento fitossanitário da goiabeira, poderia ser interessante. Para observar a dinâmica do P pulverizado aplicou-se, no terceiro par de folhas de mudas de goiabeira, uma solução aquosa Ci.mL-1 Durante osde MAP à 2% com uma atividade específica de 32P igual a 0,15 30 dias seguintes o fósforo marcado foi determinado nas plantas. Os resultados mostraram que a absorção de P foi máxima aos 20 dias após a aplicação, estando em torno de 12%. Aproximadamente 20% do fósforo absorvido pelas folhas foi redistribuído na planta, especialmente nas partes mais novas. Concluiu-se que é viável aplicar P, conjugado ao tratamento fitossanitário das goiabeiras por via foliar, aumentando a eficiência da adubação e reduzindo os custos com fertilizantes.

A aplicação foliar de macro e micronutrientes é uma prática comum em muitas culturas. Entretanto, em goiabeiras, a eficiência dessa técnica ainda não foi demostrada. Através de um estudo anatômico, realizado em microscópio eletrônico, Môro et al. (1999) observaram as seguintes estruturas nas folhas de goiabeira: (a) a hipoderme, sob a epiderme adaxial é formada por três camadas de células com paredes espessas; (b) parênquima paliçadico bem desenvolvido; (c) alta densidade de estômatos e tricomas na epiderme abaxial; (d) ausência de estômatos na superfície adaxial das folhas. Os autores concluíram que tais estruturas compõe o mecanismo típico de economia de água das goiabeiras, sendo, porém, barreiras de impedimento à eficiente absorção de nutrientes aplicados via foliar.
A eficiência da absorção de nutrientes pelos frutos pode sofrer interferências em função das estruturas morfológicas presentes. Frente a importância do conhecimento da morfologia dos frutos para um manejo mais adequado dos pomares em termos de adubação foliar, ou, de tratamentos pós-colheita para ampliar a vida útil dos frutos, Môro et al. (2003) desenvolveram um estudo cujo objetivo foi descrever a morfologia do pericarpo de goiabas. Para isto, amostras dos frutos foram cortadas transversalmente e montadas em lâminas histológicas e, em seguida, avaliadas ao microscópio óptico e eletrônico de varredura. Tendo em vista algumas das características observadas, como: a presença de cutícula espessa, cera epicuticular, três camadas sub-epidérmicas de células compactas e grande quantidade de esclereídeos, os autores concluíram que essas estruturas poderiam constituir-se em barreiras para a absorção e movimentação de substâncias no fruto da goiabeira.

Um experimento conduzido durante três anos consecutivos estudou a adubação potássica na cultura da goiabeira. As plantas das parcelas testemunha (sem aplicação de K) mostraram produção de frutos e exportação de K incompatíveis com as concentrações do elemento reveladas pela análise de solo. Assim, Natale et al. (2001 a) analisaram as características físicas, químicas, mineralógicas e morfológicas do Latossolo Vermelho-Amarelo onde se realizou o ensaio, buscando identificar minerais que pudessem ser fonte de K para as plantas. Os resultados indicaram a presença de micas na fração argila e feldspatos na fração silte que poderiam suprir as necessidades de potássio da cultura. Em função do amplo e profundo sistema radicular das goiabeiras, o K poderia estar sendo liberado desses minerais, gradativamente, através do chamado intemperismo biológico, ou seja, através de mecanismos de dissolução dos minerais com a interferência do sistema radicular das plantas.

A análise de folhas tornou-se uma das mais importantes ferramentas nas pesquisas sobre nutrição mineral de plantas perenes e, em especial de fruteiras, não apenas por determinar as respostas dos nutrientes aplicados ou confirmar os sintomas de deficiência, mas também por servir como um critério auxiliar nas recomendações de adubação. Entretanto, para a interpretação dos valores de forma adequada, a seleção e padronização do tecido a ser amostrado são muito importantes. Assim, com base na experimentação realizada em Jaboticabal no período de 1989-2000, Natale et al. (2001 d) elaboraram tabelas que contém os teores de nutrientes considerados adequados para a cultura da goiabeira.

Além da diagnose foliar, a extração de nutrientes pelos frutos é também um parâmetro importante para avaliar a exportação de elementos pelas colheitas, servindo para calibrar os programas de reposição de fertilizantes ao longo dos anos nos pomares. Desse modo, Natale et al. (2001 d) apresentam tabelas contendo a quantidade de nutrientes exportados por tonelada de goiaba produzida.

A identificação da folha-diagnose deve isolar a folha mais sensível, que discrimine com clareza os teores de nutrientes no tecido vegetal e que expresse níveis deficientes, adequados e tóxicos.A ausência de informações na literatura sobre qual a época de amostragem e a folha que seria a mais indicada para a avaliação do estado nutricional das frutíferas é uma realidade, e isso limita o uso da análise foliar como método de diagnose. Neste sentido, Prado & Natale (2004a) avaliaram um pomar de caramboleira instalado em solo ácido, submetido à aplicação de calcário, em relação às alterações na composição química de nutrientes das folhas ao longo de um ano, visando definir critérios para a indicação da folha-diagnóstica e da época adequada para amostragem. Para avaliar o estado nutricional das plantas determinou-se o teor foliar de macro e micronutrientes, através de amostragens da 3a e 6a folhas, com pecíolo, em ramos com flores e sem frutos, no terço médio das plantas. Os autores concluíram que para a diagnose foliar em caramboleira indica-se a 6a folha coletada no auge do florescimento, durante os meses de agosto a outubro, nas condições do estado de São Paulo.

A escória de siderurgia pode constituir-se em uma fonte alternativa de Ca e Mg, bem como corretivo de acidez do solo, melhorando o estado nutricional de mudas de goiabeira, podendo contribuir para o sucesso da implantação de um pomar. Assim, Prado et al. (2003) avaliaram os efeitos da escória de siderurgia nas alterações dos atributos químicos do solo, na nutrição das plantas e no crescimento de mudas de goiabeira. Concluíram que a aplicação desse subproduto da indústria siderúrgica elevou os valores de pH, SB, V%, e as concentrações de Ca, Mg e P, diminuindo H+Al do solo. Nas mudas de goiabeira houve aumento significativo na altura, no número de folhas, na área foliar, nas concentrações de Ca, Mg e P da parte aérea e das raízes das plantas e, consequentemente, na matéria seca da parte aérea e das raízes. Portanto, a escória de siderurgia mostrou-se viável na produção de mudas de goiabeira como corretivo de acidez do solo e fonte de nutrientes (Ca e Mg ).



Os micronutrientes são imprescindíveis para a nutrição das plantas, em especial nos solos tropicais que têm baixa concentração desses elementos devido ao intemperismo. Como fonte alternativa de micronutrientes tem-se a escória, resíduo da indústria de produção de ferro-gusa e aço. Assim, Prado et al. (2002) objetivaram avaliar a escória como fonte de micronutrientes para mudas de goiabeira. O experimento utilizou doses crescentes do material corretivo, cultivando mudas de goiabeira (cv. Paluma) por 110 dias, obtendo-se efeito favorável na reação do solo e na disponibilidade de Zn, Cu, Mn e B do solo. Da mesma forma que ocorreu no solo, a aplicação da escória apresentou efeitos benéficos nos teores de B, Zn, Cu e Mn da parte aérea e das raízes das mudas de goiabeira. Concluiu-se, portanto, que a escória se comportou como material corretivo da acidez e como fonte de micronutrientes para as mudas de goiabeira.

O subsolo, normalmente utilizado como substrato para a produção de mudas de frutíferas, apresenta baixa concentração de zinco e, assim, existe grande probabilidade de resposta à aplicação deste micronutriente. Considerando a carência de informações sobre o assunto, Natale et al. (2002) avaliaram o efeito da aplicação de zinco ao substrato de produção das mudas de goiabeira, acompanhando os efeitos no desenvolvimento, na produção de matéria seca e no estado nutricional das plantas, durante 135 dias. As mudas de goiabeira responderam positivamente à aplicação de zinco. O maior desenvolvimento das plantas esteve associado à dose de 2 mg Zn dm-3. Doses iguais ou superiores a 4 mg de Zn dm-3 causaram redução significativa no desenvolvimento e no acúmulo de macronutrientes nas mudas da frutífera.

Os solos do Brasil, de modo geral, apresentam elevada acidez, altas concentrações de alumínio (tóxico), além de pequena disponibilidade de nutrientes, sendo considerados pobres quimicamente, ou seja, de baixa fertilidade. Em tais circunstâncias, a produção da frutífera estaria condicionada à prática da calagem, visto que a planta permanece longos períodos explorando praticamente o mesmo volume de solo, razão pela qual o ambiente radicular, em especial com respeito à acidez, merece a máxima atenção. Apesar dessa importância, existem poucas informações sobre a prática da calagem na fruticultura e, no caso da goiabeira e da caramboleira, não há experimentação, especialmente na fase de implantação dos pomares. Há consenso, porém, de que o momento do plantio é a melhor oportunidade de adequar o ambiente radicular para as mudas que ali começarão a se desenvolver e, que seu pleno estabelecimento tem relação direta com as condições iniciais do solo.

Prado (2003) desenvolveu pesquisa com o objetivo de estudar os efeitos da aplicação de calcário ao solo, acompanhando seus benefícios na implantação de pomares de goiabeira e caramboleira. Os tratamentos foram doses crescentes de calcário, sendo o experimento conduzido de agosto/1999 a março/2003. Concluiu-se que a maior produção de frutos da goiabeira esteve associada à saturação por bases no solo de 55% na linha e de 62% na entrelinha, e à teores foliares de Ca de 8,8 e de Mg de 2,5 g kg-1. Na caramboleira, a maior produção de frutos esteve associada à V = 45% na linha e 50% na entrelinha, e à teores foliares de Ca de 8,0 e de Mg de 4,7 g kg-1.

A determinação da concentração de Ca no solo é um indicativo do potencial de crescimento radicular de caramboleiras em fase de formação, especialmente, quando a concentração de cálcio no solo for inferior a 28 mmolc dm-3 (Prado & Natale, 2004b). Em goiabeira, concentrações de Ca no solo próximas de 30 mmolc dm-3 estiveram associadas ao maior crescimento radicular da frutífera (Prado & Natale, 2004c).

Salienta-se, ainda, que a calagem, ao elevar os teor de cálcio no solo e na planta, pode afetar a qualidade dos frutos. Neste sentido, Prado & Natale (2005) estudaram os efeitos da calagem na qualidade de frutos de goiabeira, observando que essa prática não afetou, porém, as características físicas dos frutos, como peso, diâmetro transversal, comprimento, peso de polpa e porcentagem de polpa. Entretanto, a aplicação de calcário proporcionou aumento linear dos teores de cálcio nas folhas e nos frutos da goiabeira, promovendo menor perda de peso de matéria fresca e maior firmeza dos frutos, estando associados aos teores de Ca nos frutos próximos a 0,94-0,95 g kg-1. Assim, a nutrição adequada da planta em cálcio melhorou a qualidade dos frutos, com benefícios crescentes para a pós-colheita, ao longo do período de armazenamento.

Tendo por objetivo avaliar os efeitos da calagem sobre a qualidade de frutos de caramboleira, instalou-se um experimento em solo originalmente ácido, empregando doses crescentes de calcário. Os resultados obtidos mostraram incrementos lineares nos teores de Ca nas folhas e nos frutos da caramboleira com o aumento das doses de corretivo empregada. A nutrição adequada da planta com cálcio melhorou a qualidade dos frutos pós-colheita, permitindo um período maior de armazenamento em condições ambientais (Prado et al. 2005).


Estes efeitos benéficos do Ca na qualidade dos frutos podem ser explicados pelo papel deste elemento na nutrição das plantas. Neste sentido, Natale et al. (2005) observaram que nos frutos de goiabeira colhidos de plantas que receberam a aplicação de cálcio (calcário), as paredes celulares e as lamelas médias estavam bem definidas e estruturadas, mantendo as células unidas, ao passo que nos frutos sem aplicação de cálcio, as paredes celulares estavam desestruturadas e com desorganização da lamela média. Os autores concluíram que a aplicação de cálcio, na forma de calcário, mostrou-se efetiva na organização subcelular dos frutos da goiabeira, contribuindo para a integridade dos mesmos.


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FONTE: TODA FRUTA